Em 41 anos de existência, atribuíram-se à TV Globo várias alcunhas, desde a de destruidora dos lares brasileiros à de porta-voz oficial do governo; esta, pelo visto, é a mais coerente com toda a programação da emissora carioca
Em 26 de abril de 1965, surgiu, no Rio de Janeiro, a emissora que se tornou a mais influente fonte de formação discursiva do Brasil: a TV Globo. Naquele contexto, um ano após o golpe militar de 64, a esquerda brasileira construiu seu alicerce ideológico, delegando à Globo o atributo de mercenária, porta-foz dos militares, direitista, pelega, conservadora.
No Brasil, de fato, não há escolha: quem não for de esquerda será: direitista, pelego, conservador. Reside, aí, um fator fundamental para entendermos essa trajetória de inferno e glória por que passou a emissora de Roberto Marinho.
Em nenhum momento de sua história, a Rede Globo deixou de favorecer os governos hegemônicos que passaram por Brasília. Se for para condená-la, a esquerda deve repensar duas ou mais vezes o conceito de porta-voz oficial do governo. De todas as TVs privadas em funcionamento no Brasil, não há nenhuma que seja tão benevolente com o governo Lula como a Globo.
Todas as viagens do presidente têm cobertura exclusiva da Vênus Platinada. Todos os discursos atrapalhados (insólitos, melhor diria!) de Lula são editados como se fossem aula de cultura geral (França), diplomacia (Haiti) e redenção (África). A sensação que tenho (e isso é pavoroso!) é que Luís Inácio Lula da Silva não briga exclusivamente para que o País tenha assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Pelo contrário: tenho certeza de que ele quer suceder Kofi Annan na Presidência da Organização das Nações Unidas.
Por enquanto, esqueçamos essas bobagens! Partamos para outra forte jogada global (na visão da esquerda, é claro!): a teledramaturgia. Não tenho dúvida de que a Globo é, seguramente, uma das mais fortes redes de TV no mundo que produzem programas com qualidade inquestionável. Não é à toa que ela é considerada a quarta maior rede do planeta. Mas isso não a livra dos esquerdistas de plantão que a têm como produtora, em suas telenovelas, de cenas obscenas, de violência, de incentivo às drogas, ao homossexualismo e ao escambau!
Porém, o buraco é mais em cima. Vejamos alguns pequenos exemplos: Cassiano Gabus Mendes (já falecido) escreveu Que rei sou eu?, em 1989, e dizia a esquerda que o protagonista (Jean Pierre), vivido por Edson Celulari, nada mais era do que o Collor disfarçado. Para piorar a situação, no mesmo ano, Lauro César Muniz escreveu O salvador da pátria, cujo protagonista era vivido por Lima Duarte (o bobalhão, retardado, analfabeto, que se tornou líder e fracassou). O nome da personagem? Sassá Mutema. E tchantchantchantchan!!! Não se assustem: sim, para a esquerda, era o Lula em carne e osso. Por isso, ele perdeu a primeira eleição direta, depois dos governos militares.
A história, todo mundo sabe: Collor ganhou a eleição. Confiscou poupança. Aprontou o escarcéu com seu fiel tesoureiro PC Farias. E, enfim, dançou! Eis que surge Gilberto Braga com seus Anos rebeldes (1992). Contam que a minissérie dele foi a causadora do movimento dos caras-pintadas. Ora: a Globo não é nefasta? Como poderia, sendo porta-voz da direita, favorecer os estudantes, os trabalhadores, os desfavorecidos? Bem: aí é uma outra história...
Do impeachment para cá, a Globo investiu em outras produções, das quais se destaca Pátria Minha, de 1994 (novamente com Gilberto Braga no comando). Para espanto geral da nação petista, houve, nesse ano, a Copa do Mundo nos EUA. Na visão esquerdista, a intenção da novela era exaltar o ufanismo brasileiro, revestido com a conquista do tetra. E o pior! Em 1º de julho daquele tenebroso ano de 1994, surgiu o Real. Seu criador foi alçado ao posto-mor da nação. E Luís Inácio Lula da Silva amargou, meses depois, mais uma derrota presidencial.
Pelo que vimos até agora, nesta breve análise dos 41 anos da Globo, uma coisa fica clara: ela não abriu mão de seus princípios éticos, ao apoiar os presidentes do Brasil. Encurtando a conversa: em oito anos de governo, Fernando Henrique passou por agruras, diabruras e outras mulas, por ser o maior representante neoliberal das Américas. Mais uma ilusão ótica da esquerda.
Posto isso, daqui em diante, vou mostrar a benevolência global para com o PT. Afora a fictícia Alca (que só existiu nos discursos de professores, alunos, sindicalistas e jornalistas), todos os ventos sopraram para que Lula assumisse seu lugar no Palácio do Planalto em 2002. Aguinaldo Silva (esquerdista oculto) escreveu, nesse ano, Porto dos milagres. O protagonista Guma (Marcos Palmeira) tinha tudo para ser presidente do Brasil: simples, honesto, de origem pobre, batalhador e, o melhor de tudo, LÍDER.
Quem acompanhou o último capítulo da novela percebeu que Guma assumiu a prefeitura da cidade, com o discurso segundo o qual com sangue, suor e lágrima atinge-se o objetivo sem parcimônia. A esquerda conseguiu ver aí o nascimento de um líder que de Guma passou a Lula. (Permitam-me uma pequena digressão: a propósito, nas eleições de 2002, quando Marconi Perillo se candidatou à reeleição, houve um movimento liderado pelo PC do B (o partido que consegue ser governo e oposição simultaneamente!), com o simpático nome de Luma - ou seja: Lula e Marconi -, cujo mentor foi o então secretário de Ciência e Tecnologia - Gilvane Felipe. É a vida, companheiros!).
Divagações à parte, abri o parêntese apenas para mostra que, se fundíssemos Luma com Guma, na trama de Aguinaldo Silva, teríamos o Luma (não foi o caso em Goiás). Nota-se que, depois das eleições de 2002, de que se extraem as mais exuberantes histórias surrealistas da política brasileira, a Globo se juntou a Lula e nunca mais se separou dele. Pior: calou a boca da esquerda, que sempre demonizou a emissora de Roberto Marinho, considerando-a a porta-voz oficial da direita do País.
Se observarmos o comportamento global diário, não há dúvida de que ela está com Lula e não abre. Se for possível, convence o brasileiro de que o nosso presidente é o melhor do mundo e pode solucionar todos os problemas sociais, psicológicos, psicóticos, neuróticos em mais quatro anos de mandato.
Diante dessa nossa calorosa discussão, fica a pergunta: se a Globo é tão malvada, tão ideologicamente neoliberal, cujos interesses estão fincados nas grandes corporações nacionais e internacionais, por que ela sustenta um governo caótico com as mesmas armas que sustentou a ditadura militar na década de 1960? Ou seja: armas que mostram como o governo é bom, tudo está tranqüilo, tudo vai de bom a melhor?
Não é difícil perceber que, por trás da Rede Globo, está um arsenal de investimentos à disposição de qualquer governo que seja hegemônico. Caso o PT perca a eleição, o partido que sair vitorioso será agraciado pela TV de Roberto Marinho. Afinal de contas, como quer a esquerda, a quarentona Plim Plim é a porta-voz oficial do governo. Eu diria: de qualquer governo!
Deixemos de lado, então, essa tolice, segundo a qual a Globo é a causadora de todas as desgraças humanas congregadas, como diria Augusto dos Anjos, em um de seus célebres poemas. Ela é a maior potência da comunicação brasileira. É natural, pois, que detenha o maior poder de formação discursiva num país continental como o nosso.
Mais: essa babaquice de que a Globo influencia mal as pessoas é pura balela. Os mesmos idiotas que a criticam apóiam iniciativas funestas como a distribuição de camisinha, pelo Ministério da Saúde, para crianças a partir de 12 anos, a apologia ao crime do Estatuto da Criança e do Adolescente, a proibição de pesquisas com células-tronco, a pluralidade ideológica e discursiva. Enfim: são os mesmos idiotas que acreditam que Deus é brasileiro e atribuem aos Estados Unidos a pecha de serem o cartão postal do Capeta.
Pois bem: sem mais delongas, o que falta a nós brasileiros (incluem-se aí todos os aparelhos ideológicos personificados) são iniciativas individuais que possibilitem a liberdade de escolha. Ser livre é não ser de esquerda ou de direita. É tirar conclusões de tudo o que for perverso, e fazer o possível para desvelar a perversidade de quem pratica toda e qualquer espécie de crime. Ao contrário do que pregam as Amélias da Educação (como diria José Maria e Silva), temos de parar com a idiotice educacional de formar “cidadãos críticos” (isso é eufemismo de militante esquerdista!). Temos de formar cidadãos livres. Aqueles que não sairão cuspindo marxismo ou qualquer outro ismo como forma de militar para este ou aquele partido.
Enfim: os 40 anos da Rede Globo provam que um país forte se faz com seres pensantes e independentes. Que sejam livres das Comunidades Eclesiais de Base, da teologia da libertação, dos movimentos estudantis, dos sindicatos, da cegueira evangélica, do MST, do PSOL, do PT, do PC do B, do PSDB, do PFL e de qualquer outro partido que possa existir neste mundo!
Em 26 de abril de 1965, surgiu, no Rio de Janeiro, a emissora que se tornou a mais influente fonte de formação discursiva do Brasil: a TV Globo. Naquele contexto, um ano após o golpe militar de 64, a esquerda brasileira construiu seu alicerce ideológico, delegando à Globo o atributo de mercenária, porta-foz dos militares, direitista, pelega, conservadora.
No Brasil, de fato, não há escolha: quem não for de esquerda será: direitista, pelego, conservador. Reside, aí, um fator fundamental para entendermos essa trajetória de inferno e glória por que passou a emissora de Roberto Marinho.
Em nenhum momento de sua história, a Rede Globo deixou de favorecer os governos hegemônicos que passaram por Brasília. Se for para condená-la, a esquerda deve repensar duas ou mais vezes o conceito de porta-voz oficial do governo. De todas as TVs privadas em funcionamento no Brasil, não há nenhuma que seja tão benevolente com o governo Lula como a Globo.
Todas as viagens do presidente têm cobertura exclusiva da Vênus Platinada. Todos os discursos atrapalhados (insólitos, melhor diria!) de Lula são editados como se fossem aula de cultura geral (França), diplomacia (Haiti) e redenção (África). A sensação que tenho (e isso é pavoroso!) é que Luís Inácio Lula da Silva não briga exclusivamente para que o País tenha assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Pelo contrário: tenho certeza de que ele quer suceder Kofi Annan na Presidência da Organização das Nações Unidas.
Por enquanto, esqueçamos essas bobagens! Partamos para outra forte jogada global (na visão da esquerda, é claro!): a teledramaturgia. Não tenho dúvida de que a Globo é, seguramente, uma das mais fortes redes de TV no mundo que produzem programas com qualidade inquestionável. Não é à toa que ela é considerada a quarta maior rede do planeta. Mas isso não a livra dos esquerdistas de plantão que a têm como produtora, em suas telenovelas, de cenas obscenas, de violência, de incentivo às drogas, ao homossexualismo e ao escambau!
Porém, o buraco é mais em cima. Vejamos alguns pequenos exemplos: Cassiano Gabus Mendes (já falecido) escreveu Que rei sou eu?, em 1989, e dizia a esquerda que o protagonista (Jean Pierre), vivido por Edson Celulari, nada mais era do que o Collor disfarçado. Para piorar a situação, no mesmo ano, Lauro César Muniz escreveu O salvador da pátria, cujo protagonista era vivido por Lima Duarte (o bobalhão, retardado, analfabeto, que se tornou líder e fracassou). O nome da personagem? Sassá Mutema. E tchantchantchantchan!!! Não se assustem: sim, para a esquerda, era o Lula em carne e osso. Por isso, ele perdeu a primeira eleição direta, depois dos governos militares.
A história, todo mundo sabe: Collor ganhou a eleição. Confiscou poupança. Aprontou o escarcéu com seu fiel tesoureiro PC Farias. E, enfim, dançou! Eis que surge Gilberto Braga com seus Anos rebeldes (1992). Contam que a minissérie dele foi a causadora do movimento dos caras-pintadas. Ora: a Globo não é nefasta? Como poderia, sendo porta-voz da direita, favorecer os estudantes, os trabalhadores, os desfavorecidos? Bem: aí é uma outra história...
Do impeachment para cá, a Globo investiu em outras produções, das quais se destaca Pátria Minha, de 1994 (novamente com Gilberto Braga no comando). Para espanto geral da nação petista, houve, nesse ano, a Copa do Mundo nos EUA. Na visão esquerdista, a intenção da novela era exaltar o ufanismo brasileiro, revestido com a conquista do tetra. E o pior! Em 1º de julho daquele tenebroso ano de 1994, surgiu o Real. Seu criador foi alçado ao posto-mor da nação. E Luís Inácio Lula da Silva amargou, meses depois, mais uma derrota presidencial.
Pelo que vimos até agora, nesta breve análise dos 41 anos da Globo, uma coisa fica clara: ela não abriu mão de seus princípios éticos, ao apoiar os presidentes do Brasil. Encurtando a conversa: em oito anos de governo, Fernando Henrique passou por agruras, diabruras e outras mulas, por ser o maior representante neoliberal das Américas. Mais uma ilusão ótica da esquerda.
Posto isso, daqui em diante, vou mostrar a benevolência global para com o PT. Afora a fictícia Alca (que só existiu nos discursos de professores, alunos, sindicalistas e jornalistas), todos os ventos sopraram para que Lula assumisse seu lugar no Palácio do Planalto em 2002. Aguinaldo Silva (esquerdista oculto) escreveu, nesse ano, Porto dos milagres. O protagonista Guma (Marcos Palmeira) tinha tudo para ser presidente do Brasil: simples, honesto, de origem pobre, batalhador e, o melhor de tudo, LÍDER.
Quem acompanhou o último capítulo da novela percebeu que Guma assumiu a prefeitura da cidade, com o discurso segundo o qual com sangue, suor e lágrima atinge-se o objetivo sem parcimônia. A esquerda conseguiu ver aí o nascimento de um líder que de Guma passou a Lula. (Permitam-me uma pequena digressão: a propósito, nas eleições de 2002, quando Marconi Perillo se candidatou à reeleição, houve um movimento liderado pelo PC do B (o partido que consegue ser governo e oposição simultaneamente!), com o simpático nome de Luma - ou seja: Lula e Marconi -, cujo mentor foi o então secretário de Ciência e Tecnologia - Gilvane Felipe. É a vida, companheiros!).
Divagações à parte, abri o parêntese apenas para mostra que, se fundíssemos Luma com Guma, na trama de Aguinaldo Silva, teríamos o Luma (não foi o caso em Goiás). Nota-se que, depois das eleições de 2002, de que se extraem as mais exuberantes histórias surrealistas da política brasileira, a Globo se juntou a Lula e nunca mais se separou dele. Pior: calou a boca da esquerda, que sempre demonizou a emissora de Roberto Marinho, considerando-a a porta-voz oficial da direita do País.
Se observarmos o comportamento global diário, não há dúvida de que ela está com Lula e não abre. Se for possível, convence o brasileiro de que o nosso presidente é o melhor do mundo e pode solucionar todos os problemas sociais, psicológicos, psicóticos, neuróticos em mais quatro anos de mandato.
Diante dessa nossa calorosa discussão, fica a pergunta: se a Globo é tão malvada, tão ideologicamente neoliberal, cujos interesses estão fincados nas grandes corporações nacionais e internacionais, por que ela sustenta um governo caótico com as mesmas armas que sustentou a ditadura militar na década de 1960? Ou seja: armas que mostram como o governo é bom, tudo está tranqüilo, tudo vai de bom a melhor?
Não é difícil perceber que, por trás da Rede Globo, está um arsenal de investimentos à disposição de qualquer governo que seja hegemônico. Caso o PT perca a eleição, o partido que sair vitorioso será agraciado pela TV de Roberto Marinho. Afinal de contas, como quer a esquerda, a quarentona Plim Plim é a porta-voz oficial do governo. Eu diria: de qualquer governo!
Deixemos de lado, então, essa tolice, segundo a qual a Globo é a causadora de todas as desgraças humanas congregadas, como diria Augusto dos Anjos, em um de seus célebres poemas. Ela é a maior potência da comunicação brasileira. É natural, pois, que detenha o maior poder de formação discursiva num país continental como o nosso.
Mais: essa babaquice de que a Globo influencia mal as pessoas é pura balela. Os mesmos idiotas que a criticam apóiam iniciativas funestas como a distribuição de camisinha, pelo Ministério da Saúde, para crianças a partir de 12 anos, a apologia ao crime do Estatuto da Criança e do Adolescente, a proibição de pesquisas com células-tronco, a pluralidade ideológica e discursiva. Enfim: são os mesmos idiotas que acreditam que Deus é brasileiro e atribuem aos Estados Unidos a pecha de serem o cartão postal do Capeta.
Pois bem: sem mais delongas, o que falta a nós brasileiros (incluem-se aí todos os aparelhos ideológicos personificados) são iniciativas individuais que possibilitem a liberdade de escolha. Ser livre é não ser de esquerda ou de direita. É tirar conclusões de tudo o que for perverso, e fazer o possível para desvelar a perversidade de quem pratica toda e qualquer espécie de crime. Ao contrário do que pregam as Amélias da Educação (como diria José Maria e Silva), temos de parar com a idiotice educacional de formar “cidadãos críticos” (isso é eufemismo de militante esquerdista!). Temos de formar cidadãos livres. Aqueles que não sairão cuspindo marxismo ou qualquer outro ismo como forma de militar para este ou aquele partido.
Enfim: os 40 anos da Rede Globo provam que um país forte se faz com seres pensantes e independentes. Que sejam livres das Comunidades Eclesiais de Base, da teologia da libertação, dos movimentos estudantis, dos sindicatos, da cegueira evangélica, do MST, do PSOL, do PT, do PC do B, do PSDB, do PFL e de qualquer outro partido que possa existir neste mundo!
professorcleiton@yahoo.com.br
4 comentários:
Seu texto é maravilhoso, e acho que analisa propriamente essa relação entre a hegemonia da Globo e a visão que "ela" possui a respeito da política, da sociedade organizada entre outras coisas. É realmente perniciosa essa exposição única e unilateral, a um único ponto de vista. A sua antena parabólica deve ter de 20 a 30 canais, mas nenhum deles parece ter a mesma relevância. Liga-se a TV na Globo sem se perguntar o que se quer assitir. Ela é uma espécie de senso comum. Isso me perturba.
Em todo o caso, não consigo crer que haja um complô contra a esquerda, de forma articulada e direcionada, visando o fracasso. Creio sim, no trabalho em prol da manutenção de um determinado status quo e isso náo parece ser algo tão horrendo, se observado do ponto de vista que é corrente, normal.
A ausência de uma concorrência no mesmo ramo, de uma emissora de igual potência, pode ser perigosa. Que tal importarmos uma. Uma multinacional?
Ah. Seu blog permite comentários apenas para quem tem um blog do mesmo servidor que o seu. Você pode modificar isso, na seção de configurações de seu blog. Se o leitor quiser comentar, não saberá fazer isso, apenas se mandar-lhe um email. Libere esses comentários, a Internet é a terra da comodidade. Se algo fica difícil de ser feito, ninguém quer fazer. Eu sugiro.
Alex Mendes.
Sendo bem direta: Não tenho nada contra a Globo, odeio o Lula e vou votar nulo.
Agora, coisa que notei seguindo os seus pensamentos novelísticos, pq é q a Regina Duarte (aquela do "eu tenho medo", lembra?) ficou todo o governo do Lula afastada das telas e só volta agora, em ano qde eleição, gloriosa, como protagonista santa? Sei não ein....pelo menos é curioso...
Abraço!
A Globo é parasita do governo, de qualquer governo. Se houver uma revolução socialista ela será a primeira a exaltar Marx, Lênin, Trotksy e outros fantasmas.
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