segunda-feira, outubro 30, 2006

O resultado final

Enfim, o final do embate político. Sinceramente, só não fiquei mais triste, porque Alcides Rodrigues ganhou as eleições em Goiás. As nossas vidas são mais afetadas diretamente pelo governador. Daí, não me importar muito com a vitória do Lula. Para quem detém a máquina federal nas mãos (o PT é superescolado nisso), a confirmação do segundo mandato, ontem, foi o óbvio ululante.
Sei que serão quatro anos difíceis. Mas, para quem sempre lidou com dificuldades, não vejo problema nisso. Estou a um passso de fundar um dos maiores e mais bem-sucedidos movimentos políticos dos últimos anos: a Esquerda Liberal. Eu e meu amigo Sidney estamos em fase de conclusão do texto que irá nortear todas as linhas ideológicas dessa nova guinada na política brasileira.
A Esquerda Liberal é mais do que um simples movimento político. Ela é, em essência, um modelo governamental. Apontamos todos os problemas cruciais brasileiros e propomos saídas inteligentes para o caos por que passa o País em áreas estratégicas, como saúde, segurança pública, tecnologia e educação.
Portanto, meus queridos leitores, dêem-me mais um tempinho. Se quiserem construir algo sólido, confiável e eficaz, aguardem a Esquerda Liberal. Ela existe. Há braços.

terça-feira, outubro 24, 2006

A Esquerda Liberal

Custou-me muito aprender a lidar com as falcatruas da esquerda marxista. Não é de hoje que venho conhecendo-a por dentro. Militei por alguns anos (ou, em outras palavras: cooptei muitas almas puras para o rebanho petista!).
Agora, depois de muitas discussões com o meu amigo Sidney, cheguei a uma definição mais ideal de movimento político: a Esquerda Liberal. Já estamos discutindo um manifesto, para que todos tenham acesso ao mais novo modelo de sociedade. É aguardar e viver. Mantê-los-ei informados. Há braços.

quarta-feira, outubro 11, 2006

Renato Manfredini Júnior (1960-1996)

A morte de Renato Russo e os meus 10 anos de Jornalismo


“É tão estranho / Os bons morrem jovens / Assim parece ser / Quando me lembro de você/ Que acabou indo embora cedo demais...” (Renato Russo)

Bem no ano em que ingressei no Jornalismo (1996), Renato Russo partiu desta para melhor. Comecei no jornal Ponto de Vista como resenhador de livros de literatura indicados para o vestibular da UFG.
Depois que o Fleurymar (evoé, meu amigo!) contratou o editor Pinheiro Salles, tudo mudou. Tive de fazer reportagens sobre cultura, com convencimento de jornalista profissional. Ocorre que, naquele ano, eu cursava o 3º ano de Letras na UFG. Não vinha, como muitos, do curso de Jornalismo. Minha experiência se limitava à leitura sistemática de jornais e revistas. E de livros sobre Jornalismo (Linguagem jornalística, de Nilson Lage, por exemplo).
Confesso que minha escrita era muito irregular, porque na faculdade não se escreve com regularidade. Meus professores não eram um bom exemplo a se seguir. Minto: tive dois (Laércio e Vítor Hugo) que me ensinaram que o professor de Português, para justificar esse ofício, tem de saber ler e escrever bem.
Mas, para a minha sorte ou para o meu azar, Pinheiro Salles (apesar de seu esquerdismo exacerbado) me ensinou a ser enxuto, seco, diretivo na redação. Foi aí que afiei a minha veia prosaica. A minha precisão vocabular. A minha ironia.
Dou a mão à palmatória: em 1996, eu era, de cor e salteado, um boboca a serviço da esquerda (leiam as minhas 10 lições práticas sobre esse assunto a dois textos abaixo). Em momentos de descontração, Pinheiro e eu compusemos duas canções. Letra, dele; música, minha.
Antes, porém, desse episódio, escrevi uma crônica sobre a morte de Renato Russo no dia 11 de outubro daquela primavera funesta de 1996. Fiquei feliz, pois, para um iniciante, o texto correspondeu à expectativa. Hoje, lendo-o, faria muito melhor. Afinal, 10 anos separam-nos daquela homenagem.
A epígrafe continua a mesma. Retrata, com precisão, o sentimento que me abateu, quando soube da morte de meu ídolo musical. Aprendi a tocar violão ouvindo Legião Urbana. Tocando, toscamente, Tempo Perdido. Que pena que a tempestade que chega não é da cor daqueles olhos castanhos. A tempestade é vermelha, e tem nome e sobrenome: Lula e PT.
Renato Russo, tenho plena convicção disso, não se compactuaria com dossiês, mensalões, a exemplo de músicos como Wagner Tiso e Zeca Pagodinho, tão benevolentes que são com o governo corrupto de Luís Inácio Lula da Silva.
Para mim, rememorar ainda é uma incógnita. Sei que é bom viver a vida da melhor maneira. Tenho muita saudade das melodias de Renato Russo. Da minha entrada no Jornalismo. E, melhor do que isso, do meu processo de desidiotização durante esses 10 anos que me separam da morte do líder da Legião e do meu primeiro contato com o mundo porra-louca do Jornalismo.
Por isso, dedico este texto aos meus alunos do 1º ano de Jornalismo da UFG de 2003 (no final deste ano, muitos se formarão), e a todos aqueles jovens jornalistas que não confundem os homófonos incipiente/insipiente como sinônimos. Se bem que são raríssimos esses jovens. Dedico também ao exímio jornalista do Opção, José Maria e Silva, um exemplo de Jornalismo crítico e decente, que me ensinou a duvidar da esquerda. E, por último, ao meu primeiro editor Pinheiro Salles com todos os seus efes e erres. Há braços. Estou indo de volta pra casa...

terça-feira, outubro 10, 2006

Mais uma lei hedionda

Não ficarei omisso quanto à nova lei que entrou em vigor ontem: a dos usuários de drogas. Estou escrevendo o que penso sobre isso. Vocês verão que, mais uma vez, a esquerda conseguiu massacrar o direito à vida, descriminalizando o usuário, que é, em essência, co-autor dos crimes praticados por traficantes de drogas. Amanhã, publico o texto. Há braços.

sábado, outubro 07, 2006

A primeira pesquisa e o primeiro debate

Ontem, o Datafolha divulgou a primeira pesquisa de intenção de votos para presidente da República. Não houve novidade. Teoricamente, a diferença entre Alckmin e Lula se mantém na casa dos 7 pontos percentuais.
Como ocorreu no primeiro turno, espera-se que, depois do horário político gratuito na TV e no rádio, o tucano abra vantagem sobre o pseudopresidente Lula. É bom não se esquecer de que a Band realiza amanhã, às 20 horas, um debate em que estarão frente a frente as duas vertentes que pretendem governar o Brasil pelos próximos quatro anos.
Torço para que Alckmin destrua o sapo barbudo antes mesmo do debate que a Globo promoverá às vésperas da eleição. Afinal de contas, o Lulinha é muito ruim de argumento, principalmente porque finge não ouvir nada, não ver nada, não desconfiar de nada. Mentira tem pernas curtas. A do pseudopresidente virá à tona neste segundo turno. Evoé. Há braços.
P.S.: não deixem de ver o debate.

sexta-feira, outubro 06, 2006

As 10 maneiras mais fáceis de se tornar um idiota a serviço da esquerda


1- Declare-se revolucionário, citando Karl Marx, mesmo sem ter lido uma linha sequer de O Capital, ou mesmo do pseudopanfletário Movimento Comunista (a farsa de Marx e Engels);

2- Filie-se ou ao PT, ou ao PC do B, ou ao PSTU, ou ao PCB, ou ao Psol. Dedique grande parte de seu tempo diário às balelas dos líderes desses partidos;

3 – Insista na idéia hedionda, segundo a qual a bandidagem é fruto das desigualdades sociais, típicas de países capitalistas, selvagens, subdesenvolvidos (a burguesia é sempre culpada);

4 – Defenda o Estatuto da Criança e do Adolescente, sem se dar conta de que ele é a chave principal da porta que se abre para o incentivo aos crimes praticados por bandidos-mirins;

5 – Leia todos os textos de Leonardo Boff, Frei Beto, Marilena Chauí, Emir Sader e Paulo Freire (orgulhe-se desse raro privilégio diante de seus professores de História, Geografia, Filosofia, Português e Ciências Sociais);

6 – Acuse a burguesia dos crimes que você próprio irá cometer em nome da Revolução (lembre-se, sempre, da máxima de Lênin: "Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”);

7 – Atribua aos Estados Unidos todos os pecados venais dos países da América Latina (detalhe: não se esqueça de que o seu ídolo contemporâneo é Hugo Chavéz, o maior boboca da história sulamericana);

8 – Jamais desconfie do Foro de São Paulo, e da ligação dos partidos de esquerda com ele; tampouco, não veja ligação das Farc com o PT, com o PC do B, com o PCC;

9- Nunca se deixe levar pela idéia equivocada de que a cúpula dos partidos de esquerda nada tem que ver com a roubalheira que tomou de assalto todas as instituições ideológicas do Estado de 2003 para cá;

10- Por fim, atenda ao chamado urgente dos líderes esquerdistas, quando eles disserem: “Vamos botar a militância na rua”, “Vamos liberar a militância para votar em quem quiser no segundo turno” (não se esqueça de que o PT, em Goiás, estará ao lado de Íris e Maguito).

Essas são, em resumo, dicas valiosas para que você se sinta orgulhoso de ser um idiota revolucionário. Siga, à risca, todos esses procedimentos. Não se preocupe com o que vão dizer os seus colegas: eles serão os primeiros a colocarem uma bola vermelha bem na ponta do seu nariz. Há braços.

P.S.: É sempre bom lembrar que um copo vazio está cheio de ar.
professorcleiton@yahoo.com.br

quarta-feira, outubro 04, 2006

Amanhã será um lindo dia...

Queridos e amados leitores: aguardem, para amanhã, um texto que está quase pronto sobre o perigo que é apoiar o governo criminoso de Lula. Vou enumerar dez lições que transformam um cidadão de bem em idiota da esquerda, em cego político, em burro-de-cargas. A famosa expressão "massa de manobra" serve, como um brinco, na orelha de todos os militantes do PT e do PC do B. Aguardem! Dias melhores virão. Há braços.

terça-feira, outubro 03, 2006

Um novo tempo vem aí!

Cumprimos o nosso dever cívico: levamos a eleição para o segundo turno. Agora, depois de passadas as intempéries, é o momento de refletirmos sobre as estratégias e aplicá-las ao embate político.
Lula vai amargar a pior derrota de sua vida. Nós, as pessoas de bem, iremos nos livrar de um governo autoritário, canalha, cuja cúpula partidária está toda envolvida com o crime organizado.
Não se espantem com os ataques que o PCC comandará em São Paulo nos próximos dias. A ordem partirá de membros da coordenação de campanha de Lula. E, como sempre, ele negará e afastará todos os envolvidos (cretinice é marca registrada do sapo barbudo). Mas, fico feliz, porque a cúpula petista só não é mais burra por falta de espaço. É isso. Há braços.