Em tese, escreve bem quem domina regras de escrita. Mas não é só isso. Há, de igual valor, necessidade de domínio de outras áreas do conhecimento. Num texto, além da parte material (palavras, orações, parágrafos etc.), há a parte de conteúdo (a ideia em si).
É certo que a leitura de palavras aumenta o repertório de quem redige. É certo, também, que a experiência que temos ao longo da vida (amizades, empregos, viagens, diversão etc.) fornece elementos que tornam o nosso texto mais "maduro". É uma troca de experiências sem fim.
Geralmente, o texto escrito tem objetivos diferentes. O principal deles, ao que parece, é levar alguém a alcançar o sucesso profissional. Vejam-se os concursos públicos. O peso maior recai sobre a prova de Redação. Não à toa, é a prova que recebe a maior pontuação.
Mas não necessariamente todo o mundo aprende a escrever apenas para fazer prova em concurso público. Muita gente precisa se expressar na escrita por necessidade profissional: jornalistas, advogados, juízes, assessores políticos etc. Cada um, à sua maneira, busca expressar-se por escrito da melhor forma possível, de olho sempre na precisão da mensagem, na escolha correta dos termos e orações, ou seja, na assertividade argumentativa.
Trocando em miúdos: se alguém pretende escrever bem, primeiro precisa da supervisão de um profissional altamente qualificado. Segundo, precisa escrever todos os dias, independentemente do tipo de texto (bilhete amoroso, relatório de empresa, blog, enfim, qualquer tipo de manifestação escrita que seja!). O importante é manter o hábito de escrever todos os dias, mesmo que seja apenas para manifestar opinião em redes sociais.