Deus, Senhor da Boa Esperança: indigno-me todos os dias em Seu nome.
Sois a palavra exata para o momento preciso.
Nós, os bem-aventurados, ainda não tomamos conta da gravidade por que passa o nosso país.
Sois a palavra exata para o momento preciso.
Nós, os bem-aventurados, ainda não tomamos conta da gravidade por que passa o nosso país.
Dize, Senhor Bom, se podemos acreditar em algo sublime, que traga sossego e paz aos homens de boa vontade!
Renego meus defeitos, para, em Vosso nome, dizer: "Deus tem de existir! Ele precisa existir! Minha esperança depende da existência d´Ele!"
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Meus queridos e amados amigos: apego-me a tudo, só para me encorajar ao enfrentamento. Precisamos nos livrar dos parasitas políticos. Em Goiás, os vagabundos querem vencer à custa de estelionato. Vendem bolsa para tudo: chegou a hora de criarmos o bolsa-cadeia. Temos de enfiá-los lá! Cadeia neles, meus amigos! Evoé. Há braços.
Deixo, com ternura, este belíssimo soneto de Augusto dos Anjos, Amor e Crença. Oxalá!
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Sabes que é Deus? Esse infinito e santo
Ser que preside e rege os outros seres,
Que os encantos e a força dos poderes
Reúne tudo em si, num só encanto?
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Esse mistério eterno e sacrossanto,
Essa sublime adoração do crente,
Esse manto de amor doce e clemente
Que lava as dores e que enxuga o pranto?
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Ah! Se queres saber a sua grandeza
Estende o teu olhar à Natureza,
Fita a cúp'la do Céu santa e infinita!
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Deus é o Templo do Bem. Na altura imensa,
O amor é a hóstia que bendiz a crença,
Ama, pois, crê em Deus e... sê bendita!
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