Em vida, temos de escolher muitas coisas, sobretudo as que mais marcam os nossos caminhos diários. Dos pontos mais evidentes de uma existência, está o GRANDE AMOR. Ele vem de formas variadas, mas ficam de uma forma só: para sempre.
Tenho entrado em conflito cotidiano, pois me vi inteiramente envolvido pelo GRANDE AMOR. Às vezes, penso que pode ser uma coisa simples; depois, vejo que não é. Mas de uma coisa tenho certeza: busco-o assim que acordo, depois que me deito, ao respirar.
Falo do GRANDE AMOR matrimonial. Porque o GRANDE AMOR da minha vida é o meu filho. Falo do GRANDE AMOR sexual, romântico, de sangue, de gozo. Desse GRANDE AMOR que nos arrasta moço, sem ter visto a vida. Falo da Lolita. Só dela.
Recupero a escrita do Blog, em razão de ter visto, em vida, a Lolita. Ela perturba o meu sono. Ela está sempre, quando estou nunca. Ela está agora, quando fico depois. Enfim: ela trança a minha existência de tal maneira que me surpreendo à exaustão com as artimanhas d'Ela. Surpreendo-me com a minha impotência. Tê-la ali parece tão fácil. Esquecê-la é que é difícil.
De uma coisa estou certo: a Lolita entendeu, de uma vez por todas, que a amo. Ela é o GRANDE AMOR da minha vida. Tê-la pode ser uma questão de tempo. Mas é o tempo do Amor, avesso às regras do tempo cronológico. É o tempo da paixão recolhida. Recolhida, diga-se, por ser muito perigoso evidenciá-la. Se bem que, pelo meu temperamento etílico, posso revelar o GRANDE AMOR a qualquer momento.
Trocando em miúdos: a Lolita jamais vai se esquecer de tudo o que lhe disse. Ela verá que o GRANDE AMOR é bem maior do que o Amor que se constrói do dia para a noite. Ele precisa de, pelo menos, 10 anos para se formalizar, chegar à plenitude e, sem mais nem menos, EXPLODIR dentro do peito. Lolita, o GRANDE AMOR da minha vida. É isso.
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